Escoteiros protagonizam acendimento do Fogo Simbólico da Pátria no Parque Farroupilha
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PORTO ALEGRE — O Monumento ao Expedicionário, na Redenção, foi palco da cerimônia de acendimento do Fogo Simbólico da Pátria. Realizado às 10h do dia 15 de agosto de 2026, o evento oficializou a abertura da 89ª edição da solenidade, marcando o início da tradicional Corrida do Fogo Simbólico e a largada para as celebrações da Semana da Pátria no Rio Grande do Sul.
Organizado pela Liga da Defesa Nacional do Rio Grande do Sul (LDN/RS), o ato cívico destacou o papel fundamental do movimento escoteiro no estado. O Grupo Escoteiro Guia Lopes 2RS/GNU atuou na condução do rito, cumprindo a missão vitalícia — assumida em 2017 durante os 111 anos do Grêmio Náutico União — de acender a centelha da Pátria. A chama gerada é a que abastece o fogo conduzido por atletas e viaturas durante o revezamento. A tradição guarda uma conexão histórica: a Corrida do Fogo Simbólico teve início em 1938, mesmo ano de fundação do GE Guia Lopes.
Representatividade e temáticas de 2026
Além do Guia Lopes, o evento mobilizou jovens e adultos de outros cinco grupos escoteiros. Entre as lideranças presentes estiveram Maurício Roth Volkweis, Diretor Vice-Presidente dos Escoteiros do Brasil (Região RS), e Roberto Riche, representante dos Escoteiros do Brasil junto à LDN/RS e presidente do Conselho de Experientes do Rio Grande do Sul.
A edição de 2026 celebra duas homenagens oficiais:
Tema Nacional: 400 anos dos Sete Povos das Missões (Missões Jesuíticas Guaranis).
Tradição histórica
Com a conclusão do protocolo no Parque Farroupilha, a centelha segue em percurso de distribuição por dezenas de municípios gaúchos, antecedendo os desfiles do 7 de Setembro.
A prática da corrida consolidou-se no Rio Grande do Sul em 1938, quando atletas veteranos, universitários e militares conduziram a chama partindo de Viamão rumo à capital. O movimento ganhou escala cívica até ser projetado nacionalmente em 1944, período em que foi apelidado de “a maior corrida do mundo”.





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